O CARRASCO
 

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ESPETÁCULO DEFINITIVO

Com belo trabalho de elenco, “O Carrasco” leva à fruição estética e à reflexão.

Ana Teixeira integra a platéia ao jogo teatral através de vigorosas imagens, para as quais contribuem, decisivamente, figurinos precisos, iluminação sofisticada e maquiagem dramática, assinados por Stephane Brodt. O trio de atores interioriza um belo trabalho de atuações requintadas e garra física, alcançando emoção genuína. Carrasco”, montagem que na aparência é difícil e árdua, na verdade reflete imersão nos meios teatrais, como forma de revalorização de uma cerimônia ritualística em que há lugar para se pensar o mundo, com a qualidade e força de uma celebração artística. Um espetáculo definitivo.

Macksen Luiz

Jornal do Brasil | Rio de Janeiro

 
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PEÇA PARA QUEM SENTE FALTA DE UM TEATRO BOM

Ana Teixeira dirige um espetáculo de características excepcionais: cenografia é exemplar e figurinos, irretocáveis. O Carrasco é um espetáculo de características excepcionais, marcadas pela abdicação de tudo que não sirva à expressão orgânica e imaginativa da essência transmitida. Àqueles que continuamente se queixam da ausência de um teatro bom e significativo, recomendamos que se preparem para uma experiência enriquecedora, mesmo que dolorosa, e assistam “O Carrasco”.

Bárbara Heliodora

O Globo| Rio de Janeiro

 
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PEÇA É BASEADA NA TÉCNICA DO ATOR

O Carrasco” é uma lição de teatro no sentido mais nobre. Não só um espetáculo a ser visto, mas um grupo a ser seguido, pois revela uma técnica bem embasada e aberta para investigação.

Sergio Salvia Coelho

Folha de São Paulo

 
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“O CARRASCO” É ESPETÁCULO MOVIDO PELA PROVOCAÇÃO

Sem efeitos especiais e elaborado com elementos extremamente simples, peça empreende uma viagem pela história da humanidade em sínteses poderosas e incômodas, num discurso feroz no qual não aflora nenhuma compaixão pelo homem. Sua força é por demais eloqüente. Persiste na memória e impôe-se como obra de arte capaz de mexer com nossos temores mais secretos. O cenário de Ana Teixeira e os figurinos, make-up e iluminação de Brodt têm teatralidade poderosa, que confere foros de ritual à montagem. A marcação básica, essencial, permite aos atores total concentração em um magnífico trabalho vocal e em uma exploração precisa dos recursos corporais de Stephane Brodt e de Renata Collaço.
Stephane Brodt é um mestre ator, dono de técnica impressionante e de gigantesca presença de cena. Ele é muito bem secundado por Renata Collaço, que vive seus personagens com paixão e energia tangível. Pina atinge plenamente o alvo, abrindo para o público o entendimento real e amedrontador do que acaba de ser visto e dito. O Carrasco é teatro ritual, que alimenta, que obriga a raciocinar. Não nos diz coisas que queremos ouvir, mas que precisamos urgentemente entender.

Alberto Guzik

Estado de São Paulo

 
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Teatro no Conceito máximo da palavra

A interpretação dos atores beira a perfeição. Eles são versáteis e realizam um trabalho de expressão corporal soberbo. Os destaques vão para a personificação da morte (que parece sair de um filme de Kurosawa) e para o velho juiz. O ator que representa o Carrasco também é muito bom, já que ele não é apenas uma presença cênica, mas um corpo vivo que treme e gela com seu olhar, testemunhando cada esquete com os olhos perdidos no tempo. Outro destaque é a maquilagem realizada na frente da plateia, num impressionante e curioso exercício de metamorfose.

 

Paulo Ricardo Kralik Angelini

POA

 
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