O DIBUK
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Agreste

Ambientada numa comunidade judaica da Europa Oriental, O Dibuk, ou “Entre dois Mundos”, de Schalon An-Ski, conta a estória do amor contrariado de dois jovens de situação social diferente: Lea, filha de um rico hassidin e Hanan, jovem estudante que se inicia nos mistérios da Cabala. A peça evolui entre o mundo visível e invisível, propondo uma reflexão sobre a alma e o seu destino.

Escrita na Rússia em 1911, a peça aborda um tema eterno e universal e está impregnada de lendas e crenças do hassidismo, movimento místico fundado por Baal Shem Tov no século XIX. O hassidismo colocou o foco no ardor e na simplicidade do sentimento religioso e se propagou no meio de uma população marcada pela pobreza e perseguições.

Dirigido por Stephane Brodt e Ana Teixeira em 2000, O Dibuk é o resultado do encontro deste universo com um grupo de atores da Casa das Artes de Laranjeiras no Rio de Janeiro. Este velho mundo, já desaparecido, ofereceu um campo fértil para abordar o espaço teatral e levar o jogo até a fronteira entre o sonho e a realidade.

"O Dibuk é o nome da alma errante de um morto. Em certas circunstancias, um Dibuk penetra no corpo de um vivo. O Dibuk, que se manifesta no corpo escolhido com a voz do falecido, é um grave perigo para o hospedeiro e tem de ser expulso por meio de práticas exorcistas. "
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A. Rosenfeld

 
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