O DRAGÃO
.

release
ficha técnica
fotos
imprensa
vídeos
trilogia da guerra
olhar crítico
catálogo

 
 
Agreste

 

SURPREENDENTE ESPETÁCULO NARRATIVO EM QUE A FORÇA DO CONTEÚDO DESENTRANHA DA HISTÓRIA TANTOS MORTOS SEM SEPULTURA

No espetáculo, e por meio de vários instrumentos de corda e de percussão, a música ao vivo é surpreendentemente bela e parece representar, todo o tempo, o choro de tantos e incontáveis mortos. A única forma talvez, de embalar, de revivificar a memória dos que conseguiram ficar.

Trata-se de uma obra radical, dirigida por Ana Teixeira, que conquista – e não apenas por esta obra – grande destaque no teatro brasileiro. Parida por significativa teatralidade, e por meio da qual há uma intensa interrogação de sentido – O Dragão, sem eclosão de qualquer conflito em cena, e que traz a História como protagonista emociona como nenhuma outra obra conseguiu fazê-lo durante os dez dias da 25º edição do FESTIVALE, de São José dos Campos.

Percebe-se, tanto na troca das cenas como em seu desenvolvimento, um profundo respeito pelo território do palco. Sem alardes ou histerismos, do mesmo modo como nos relatos, o território ocupado – metáfora do solo usurpado – parece ganhar uma dimensão sagrada. Na condição de espectador, senti essa mesma reverencia ao palco com Gilgamesh (1995) dirigida por Antunes Filho.

Alexandre Mate

FESTIVALE | São José dos Campos

 
visualizar

O ASPECTO CRUEL DE VIDAS SUPRIMIDAS E DA SOLIDÃO

A cena final, com o israelense tocando cello e o palestino tambor, numa pungente sonoridade complementar, é arrebatadora. O contraponto entre reflexão e emoção – o verdadeiro jogo de O Dragão, que evita “tomar partido” de qualquer um dos lados – é dado pelos quadros que se armam pára “desvendar” a engenharia teatral e desarmam para retratar sentimentos explodidos.

Macksen Luiz

Jornal do Brasil | Rio de Janeiro

 
visualizar

COMOVENTE APELO AO ENTENDIMENTO

Impondo à cena uma dinâmica seca e austera, Ana Teixeira constrói um espetáculo memorável, sob todos os aspectos. No tocante ao elenco, Fabiana de Mello e Souza desempenha com segurança e vigor suas duas personagens, o mesmo ocorrendo com Kely Brito e Cassiano Gomes, em participações menores. Quanto a Stephane Brodt, o ator exibe performances inesquecíveis. (...) É realmente um privilégio assistir a um intérprete de execução que, invariavelmente, oferece tudo de si à platéia, conseguindo ao mesmo tempo emocioná-la e levá-la a refletir. A destacar também a vital participação de Carlos Bernardo, tanto no que diz respeito à música quanto a sua execução, fundamentais para o êxito desta montagem imperdível, que merece ser prestigiada de forma incondicional pelo público carioca.

Lionel Fischer

Tribuna da Imprensa

 
visualizar

BELEZA COMO UM BOM INSTRUMENTO DE REFLEXÃO

Peça alerta para o horror da guerra

O Dragão é um espetáculo de grande impacto, de considerável beleza, que faz do teatro instrumento de reflexão, ao apresentar sem comentários – porém com grande consciência – a maldição que é a guerra. Deve ser visto por todos aqueles que ainda se interessam pela sobrevivência da Humanidade.

Bárbara Heliodora

O Globo

 
visualizar

HISTÓRIAS DE UMA GUERRA SEM FIM

Conflito entre árabes e israelenses inspira enredo do Amok

Não há como ficar indiferente à encenação, baseada em histórias verdadeiras e bem defendida pelos atores. Stephane Brodt encanta pela entrega e pelos recursos interpretativos (...) Fabiana de Mello e Souza também emociona na composição das duas mães que perderam seus filhos.

Débora Ghivelder

Revista Veja Rio

 
visualizar

SEGUNDA SEMANA MAIS EMOCIONADA E EQUILIBRADA

16º Porto Alegre em cena

Nada ultrapassou a emoção de “O Dragão”, com que o festival se encerrou, no teatro de Câmara. A proximidade física ajudou a valorizar o trabalho da diretora Ana Teixeira, a partir da dramaturgia criada pelo Grupo Amok, do Rio de Janeiro. Na guerra, todos são culpados e todos são vítimas. A palavra da mulher-mãe em defesa das martirizadas crianças de ambos os lados emociona e faz pensar. Raras vezes o teatro é tão contundente, verdadeiro e eficiente.

Antônio Hohlfeldt

Jornal do Comércio | Porto Alegre

 
visualizar

AS MELHORES PEÇAS DE 2008

O grupo de teatro Amok transformou uma coletânea de depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas afetadas pelo conflito entre judeus e palestinos num espetáculo de grande impacto e beleza. Ana Teixeira dirigiu um elenco coeso, em que Fabiana de Mello e Souza e Stephane Brodt tiveram atuações notáveis, que induziam à emoção e à reflexão.

Barbara Heliodora e Jefferson Lessa

O Globo | Rio de Janeiro

"O Dragão": O outro olhar sobre Israel-Palestina

Deolinda Vilhena

Terra Magazine | Santos

 
visualizar
 
Português English Francais