SALINA (A ÚLTIMA VÉRTEBRA)
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Agreste

 

DELICADEZA NA CELEBRAÇÃO AO IMAGINÁRIO

O artesanato da rusticidade das emoções, desenvolvido com material bruto de ecos ancestrais, ganham tratamento de poema heroico. Os diretores também cenógrafos e figurinistas preenchem tal universo com imagens de força expressiva que envolvem a narrativa com crua delicadeza(...)

Entre os tantos mérito dessa montagem está a preparação de elenco, capaz de enfrentar as exigências do canto, dança e atuação, demarcados por referencias étnicas contrastadas.

Maksen Luis

O Globo

 
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BELÍSSIMA MONTAGEM NO ESPAÇO SESC

Com relação ao espetáculo, este reafirma as muitas e preciosas qualidades do Amok Teatro, tais como: capacidade de produzir belíssimas e poderosas imagens cênicas, cuja expressividade é capaz de exprimir significados que até mesmo dispensam o texto articulado; uma grande coragem no tocante aos tempos rítmicos, que sempre atendem às necessidades do espetáculo e jamais a exigências de espectadores que priorizam a ridícula urgência da contemporaneidade; e finalmente (paro por aqui, ainda que pudesse me estender bem mais) cumpre destacar a capacidade de Ana Teixeira e Stéphane Brodt de fazer com que seus atores entendam os personagens não apenas intelectualmente, mas também fisicamente, daí advindo composições de extraordinária riqueza gestual. Sob todos os pontos de vista, estamos diante da mais inquietante, bela e poderosa montagem da atual temporada.

Lionel Fisher

blogsopt

 
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MÁGICO TEATRO DA ANCESTRALIDADE

Um convite a uma viagem mimética de vivências ancestrais, com ecos nos dilaceramentos civilizatórios do século XXI. Este é o contagiante experimento que , em incrível coesão, vivem atores e espectadores no transcendente rito do teatro total de Salina – A Última Vértebra, a mais nova criação da Cia. Amok.

 

Wagner Correa

Escrituras Cênicas | blogsopt

 
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O que se passa no palco não pode ser aprisionado como um estilo, uma escola: não é aristotélico, embora a purgação do público com a tragédia de "Salinas" torne-se evidente. É talvez um épico, contando a formação de um povo, seus mitos - a beleza de sua criação. E ficamos envolvidos nos acontecimentos de tal maneira que parece-nos ter vivido sempre o ritmo daqueles instrumentos, daqueles tambores soando com força, tocados por todo o elenco e, em particular, pelo Músico dos Djimbas, que cria os mais diversos momentos com a diversidade dos tímbales, dos instrumentos de corda, e outros instrumentos não menos encantados de Fábio Simões Soares. Entramos no deserto mágico, e não queremos mais sair dele.

Ida Vicenzia

Associação Internacional de Críticos de Teatro – AICT

 
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Trata-se de uma ousadia nunca antes tentada – o teatro devotado à pesquisa de linguagem, à experimentação e à invenção do espaço decidiu incorporar aos seus estudos o tema efervescente da expressão afro-brasileira ou negra. (...)

É muito difícil (e provavelmente absurdo) tentar entender a montagem a partir do comentário isolado das habilidades e competências. A marca do Amok – goste-se ou não de seus trabalhos – é uma ourivesaria teatral de extremo requinte. Como se fosse uma lenda africana, tudo se encaixa em tudo e tudo encaixa no todo. Um exemplo muito ilustrativo pode ser apontado: a luz, de Renato Machado, eficiente para o desenho da ação, fundamental para o desenrolar da progressão dramática, perfeita para apontar climas, corpos, expressões. O resultado comovente – e altamente subversivo – é a forte expressividade africana da cena.

Tania Brandão

Folias Teatrais

 
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Como acontece no melhor teatro, transcende-se a geografia para refletir sobre toda a humanidade. Demonstrando coragem diante da sensação de eterna urgência que se tornou marca do nosso tempo, a direção reforça a aura ritualizada nesse verdadeiro tour de force de quase quatro horas, recompensador a cada minuto.

Rafael Teixeira

Revista Veja

 
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COMEÇO ÁUREO DE 2015 NO TEATRO CARIOCA

O desenho de luz de Renato Machado, o cenário e o figurino do casal de diretores e toda a trilha sonora composta e interpretada ao vivo em cena por Fábio Simões Soares garantem ao espectador momento de rara beleza. Eis aqui um espetáculo precioso! (...)

Os figurinos e objetos de cena apoiam a beleza do texto, das interpretações e da direção, realçando em detalhes a exuberância e a decrepitude desses personagens retratados dentro do estilo trágico

Rodrigo Monteiro

Crítica Teatral

 
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POR UM TEATRO MAIS SALINA

Assistir Salina – recolocando todo o fio de delicadeza que a peça produz – é também um gesto de amor ao teatro, de atenção às contradições que vivemos para levar a cena processos e pesquisas radicais – e, sabemos caro leitor, que não é tão fácil momentos assim acontecerem para quem leva uma vida de espectador e público que deseja mais da arte do que ser o antepasto do menu no restaurante a seguir(...)
É visível que todo processo, disparado por uma convocação para oficinas, não foi tratado apensa como aula de inclusão social. A troca entre criadores – atores e equipe de direção – aparece na coragem do elenco para encarar a condução de um espetáculo que passeia – sem ser episódico ou panorâmico o por agenciamentos estéticos, éticos e políticos complexos(...)

Optar por assistir Salina no teatro é um gesto poderosamente político do espectador.

Marcus Faustini

O Globo

 
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