NOVIDADES

O que se passa no palco no pode ser aprisionado como um estilo, uma escola: no aristotlico, embora a purgao do pblico com a tragdia de "Salina" torne-se evidente. talvez um pico, contando a formao de um povo, seus mitos - a beleza de sua criao. E ficamos envolvidos nos acontecimentos de tal maneira que parece-nos ter vivido sempre o ritmo daqueles instrumentos, daqueles tambores soando com fora, tocados por todo o elenco e, em particular, pelo Msico dos Djimbas, que cria os mais diversos momentos com a diversidade dos tmbales, dos instrumentos de corda, e outros instrumentos no menos encantados de Fbio Simes Soares. Entramos no deserto mgico, e no queremos mais sair dele.


Associao Internacional de Crticos de Teatro AICT

24 de julho de 2018
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